domingo, 11 de Maio de 2008
quinta-feira, 8 de Maio de 2008
SEMANA DA SEXUALIDADE SEM TABU- Coimbra
WORKSHOP Yoga
“Respiração mútua”
com Rui LOPES
(orientador de yoga)
2ª feira: dia 12
18h
Centro Cultural D. Dinis
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DEBATE com
Associação para a Acção pela Justiça e Paz
“Direitos sexuais e reprodutivos”
3ª feira: dia 13
17hFaculdade de Economia (sala Keynes)
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TERTÚLIA
com Sérgio VITORINO
“Construção social de género. A ligação do feminismo com as questões LGBT”
4ª feira: dia 14
17hCentro Cultural D. Dinis
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CONFERÊNCIA com a Associação SENTIDOS E SENSAÇÕES
“Cyber sexo”
5ª feira: dia 15
17h
Centro Cultural D. Dinis
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WORKSHOP
com Jacques HOUART
(antropólogo)
“ Corporalidade feminina e expressões primitivas”
6ª feira: dia 16 – 17h
Centro Cultural D. Dinis
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FORMAÇÃO ACTIVA com Salomé COELHO
“Crítica feminista à representação artística das mulheres”
Sábado: dia 17 - 15h - XÚVEN
WORKSHOP com Pedro FABIÃO
“Auto-descoberta do corpo”
Sábado: dia 17 - 17h - CITAC
segunda-feira, 14 de Abril de 2008
Ciclo de cinema feminista
sexta-feira, 4 de Abril de 2008
Semana da sexualidade: corpo e mulher

Dia 13 até o dia 17 de Maio em Coimbra
Nesta semana, serão organizados pelo colectivo Flores de Maio varios enventos relacionados com os seguintes temas:
- mulher e corpo (um olhar sobre corpo da mulher através das artes)
- industrialização do corpo (sociedade de consumo, mulher e publicidade);
- prazer sexual (construção da sexualidade, conhecimento do corpo, construção de género);
- contracepção (educação sexuais, métodos contraceptivos e anticoncepcionais, interrupção voluntária da gravidez);
- sexo e modernidade (cyber sexo, formas alternativas da vivência sexual e do corpo, sexo tântrico, yoga,etc, objectos sexuais);
- homossexualidade, bissexualidade, transexualidade (liberdades e direitos sexuais, estereótipos de virilidade, identidade de género);
- doenças sexuais (SIDA, doenças sexualmente transmissíveis, etc);
- saúde e corpo (bulimia, anorexia, obsessão pelo corpo, cirurgias plásticas, mutilações, excisão);
- pornografia;
- prostituição (sexo e violência, trafico de mulheres..etc)
Procuramos colaboração!!
Se tiver interesse em participar com uma apresentação, um filme, uma dança, um workshop ou uma performance artística, estamos abertas e abertos à todas formas de colaboração.
Para ajudar, só é preciso mandar um email em : colectivo.floresdemaio@gmail.com
obrigada a tod@s!
domingo, 16 de Março de 2008
Quem somos?
sábado, 15 de Março de 2008
Manifesto Feminista
Somos mulheres, metade da população mundial porém não somos ouvidas, pelo contrário somos oprimidas e discriminadas.
Sempre existiram mulheres que se manifestaram contra esta situação, no entanto foram esquecidas e mesmo apagadas da história escrita pelos homens.
Actualmente, muitas pessoas vêm o feminismo como algo do passado, porém mais do que nunca o feminismo têm razões de existir.
Porque:
1- As legislações de género não são aplicadas.
2- 60,2% da população portuguesa que não sabe ler nem escrever são mulheres.
3- 70% da classe trabalhadora pobre são mulheres.
4- 88% dos/as parlamentares bem como 90% das pessoas que compoem o governo são homens.
5- Discriminação salarial: os homens ganham mais 25% do que as mulheres.
6- Os homens participam somente em 20% das tarefas domésticas.
7- Discriminação das lésbicas que não podem expressar livremente os seus direitos sexuais.
8- As mulheres são vitímas de insultos quotidianos na rua.
9- A publicidade utiliza imagens sexistas para vender, representando a mulher como objecto comercial.
10- No mundo 2 milhões de meninas sofreram excisão.
11- Existem estereótipos de virilidade que penalizam tanto os homens como as mulheres.
12- A cada 2 semanas morre uma mulher portuguesa vitíma de violência doméstica.
13- Quotidianamente mulheres são vítimas de violação sexuais dentro e fora de casa.
14- O feminismo nunca matou ninguém, o machismo mata todos os dias.
15- E muitas razões ficam por dizer...
Temos que lutar por uma sociedade mais igualitária
Por mais e melhor democracia
Porque os feminismos são para todas/os
8 de Março
Dia Internacional das Mulheres
As Flores de Maio, colectivo feminista

